Policial
Suspeitos de homicídio em Dourados morrem em confronto com a polícia
Kleiton Laureano Boveda, de 35 anos, foi morto por dois homens, na noite de quarta-feira (21), enquanto estava em casa com seu enteado e sua filha
JOãO PEDRO FLORES
Dois homens suspeitos de matar Kleiton Laureano Boveda, 35 anos, no bairro Monte Líbano, em Dourados, foram mortos durante um confronto com policiais militares, por volta de 1h30 da madrugada desta quinta-feira (22).
Um dos alvos foi identificado como Lauan Moreira Vieira, que teria vindo de Mato Grosso. Os policiais estavam no local do crime quando receberam informações de que os suspeitos pelo assassinato estariam em uma casa na rua Erno Oscar Koller, no bairro Sitiocas Campina Verde.
A equipe policial se deslocou até o local e durante uma tentativa de abordagem, os suspeitos foram baleados e levados ao Hospital da Vida, onde morreram.
Na residência foram apreendidas dois revólveres calibre .38 e um carregador de pistola 9 mm. Há suspeita de que o carregador possa pertencer à pistola que teria sido utilizada para executar Kleiton, mas a arma ainda não foi localizada.
CRIME
Kleiton foi morto na noite de quarta-feira (21), quando estava em casa com o enteado e a filha, de 12 anos. Nesse momento, dois homens teriam passado em uma moto e depois retornado. Um deles estaria com o celular na mão em gestos que davam a entender que estaria em uma chamada de vídeo.
Esse teria confirmado a identidade de Kleiton perguntando ‘é esse mesmo?’. Ao obter a resposta, o suspeito teria se virado para vítima e dito “então deita que você vai morrer”.
Logo em seguida, deu um primeiro disparo que teria acertado o braço esquerdo da vítima, sendo que a suspeita é de que ele pode primeiro ter tentado se defender levantando o braço. Ao cair no chão, foi atingido com mais dois tiros na cabeça. A dupla fugiu na sequência.
A Polícia Civil investiga a possibilidade de se tratar de uma guerra de facções pelo controle da venda de drogas na região em que Kleiton morava.
Ele estaria adquirindo entorpecentes para revenda com uma das organizações criminosas, sendo que a rival acusada pelo assassinato queria passar a ser fornecedora. O caso segue sob investigação.







